Não há um calendário obrigatório

Sentir curiosidade não te obriga a começar uma relação. Podes querer companhia e precisar de tranquilidade ao mesmo tempo. Em vez de procurar uma data em que deverias estar pronto, pensa no tipo de encontro que te apetece hoje e no espaço que queres reservar para ti.

Três perguntas antes de dar um passo

Responde a pensar na tua vida atual, sem a comparar com a dos teus amigos. Não há pontuação nem resposta certa.

Exemplos para adaptar
PerguntaAlgo que podes observar
O que gostaria de partilhar?Uma conversa, um passeio, uma atividade ou conhecer alguém aos poucos.
Que ritmo me deixa à vontade?A frequência de mensagens e encontros que realmente desejas.
O que quero manter para mim?As tuas rotinas, amizades, tempo de descanso e privacidade.

Experimenta um passo que possas mudar

Se te apetecer, propõe um encontro breve à volta de uma atividade simples. Depois escreve o que apreciaste, o que te incomodou e o que gostarias de compreender melhor. Decide o passo seguinte com essa informação, sem sentir que um encontro te compromete a outros.

E se mudar de ideias?

Podes dizê-lo com clareza e respeito. Ter sentido entusiasmo não te obriga a continuar, e uma boa conversa não comprova uma compatibilidade definitiva. O exercício serve para ouvir as tuas preferências, não para prever quando chegará uma relação.

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Ajudamos a encontrar por onde começar

Ajudamos a pôr em palavras o que precisa nas suas relações. Comecemos pelo que importa hoje e pelo que quer expressar.

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Como o acompanhamos

  1. Um primeiro número calculado com a sua data, antes das fotografias das mãos.
  2. Depois, o seu céu, uma tiragem de três cartas e as suas observações das duas palmas.
  3. No final, um PDF para guardar. Dados e fotos ficam neste separador e são apagados ao recarregar.
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