Começa por uma situação, não por um rótulo
Pensa num momento recente em que desejaste algo diferente. Talvez quisesses contar como correu o dia e a conversa tenha terminado depressa. Descreve esse momento sem concluir que és «demasiado sensível» ou que a outra pessoa «não quer saber». Uma situação concreta oferece um ponto de partida que ambos podem reconhecer.
Do que sentes ao que podes pedir
Estes exemplos são opções para adaptar, não regras que a outra pessoa deva adivinhar. Um pedido deixa espaço para uma resposta e uma alternativa.
| Preciso de… | Posso pedir… |
|---|---|
| Atenção | Podemos conversar dez minutos sem ecrãs depois do jantar? |
| Afeto | Gostava de um abraço quando nos encontrarmos. Também te apetece? |
| Tempo pessoal | No sábado queria uma hora para mim. Como organizamos o resto do dia? |
Um exercício para esta semana
Escreve três frases no teu caderno: «O que aconteceu foi…», «Senti falta de…» e «Gostava de experimentar…». Escolhe um pedido que se compreenda sem explicações adicionais. Procura um momento que sirva aos dois e pergunta também o que a outra pessoa precisa.
E se a resposta for não?
Podes perguntar se existe outra opção, dar-te tempo ou pensar se a relação faz sentido para ti. Uma recusa não apaga a tua necessidade; também não obriga a outra pessoa a aceitar. O questionário ajuda a organizar ideias, mas não decide por ti.

Ajudamos a encontrar por onde começar
Ajudamos a pôr em palavras o que precisa nas suas relações. Comecemos pelo que importa hoje e pelo que quer expressar.
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Como o acompanhamos
- Um primeiro número calculado com a sua data, antes das fotografias das mãos.
- Depois, o seu céu, uma tiragem de três cartas e as suas observações das duas palmas.
- No final, um PDF para guardar. Dados e fotos ficam neste separador e são apagados ao recarregar.
